Uma luta pelo reconhecimento da autonomia cognoscitiva

Autores

Palavras-chave:

Teoria do reconhecimento, Identidade, Direito à autonomia cognoscitiva

Resumo

O artigo parte do pressuposto de que o direito necessita considerar o contexto capitalista em que está inserido e buscar alternativas filosófico-sociológicas para amenizar os impactos negativos advindos desse sistema. Um desses efeitos negativos é a perda da autonomia de pensar e agir pelos indivíduos, o que influencia na construção de sua própria identidade. A proposta consiste na integração do denominado direito à autonomia cognoscitiva – a capacidade racional de cada sujeito de controlar, filtrar e interpretar as comunicações que recebe – ao direito, a partir de sua defesa via lutas por reconhecimento travadas pelos sujeitos, considerando a definição de Axel Honneth.

Biografia do Autor

Carolina Diamantino Esser Santana

Doutoranda em Filosofia pela Universidade de Vechta, na Alemanha. Possui graduação em Direito e mestrado em Teoria do Direito. Sua pesquisa traz como foco o marco teórico de Axel Honneth e suas implicações na igualdade de gênero sob uma perspectiva intercultural. Foi pesquisadora convidada na Sidi Mohamed Ben Abdellah no Marrocos e parte do grupo de pesquisa "Begriff und normative Konzeptionen und Praktiken der Freundschaft? na Universidade de Bergen, Noruega. Atualmente reside em Shanghai, China.

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Publicado

2016-08-01

Como Citar

DIAMANTINO ESSER SANTANA, C. Uma luta pelo reconhecimento da autonomia cognoscitiva. Revista da Faculdade de Direito do Sul de Minas, [S. l.], v. 32, n. 2, 2016. Disponível em: https://revista.fdsm.edu.br/index.php/revistafdsm/article/view/190. Acesso em: 20 jun. 2024.